Com nome leve como o voo das aves que inspiraram sua origem, o município de Andorinha, no Piemonte Norte do Itapicuru, guarda uma história singular.
Tudo começou em 1885, quando João Alves de Araújo se instalou em frente ao “Morro das Andorinhas” — um rochedo branco onde as aves pousavam ao entardecer.
A fazenda logo virou ponto de encontro de tropeiros, dando origem ao povoado que cresceu com a chegada da estrada para Senhor do Bonfim.
Em 13 de junho de 1989, Andorinha conquistou sua emancipação política, tornando-se oficialmente município, desmembrado de Senhor do Bonfim.
No mesmo ano, elegeu seu primeiro prefeito: Dr. Carlos Humberto de Miranda Pereira Melo.
Hoje, com 15.012 habitantes segundo o Censo 2022, Andorinha ocupa a oitava posição em população na sua região imediata. O território de 1.362,386 km² apresenta uma das menores densidades demográficas do Piemonte Norte do Itapicuru, com apenas 11,02 habitantes por km². A idade mediana da população é de 35 anos.
Na economia, o destaque vai para a FERBASA, que explora o minério de cromo e mudou o perfil socioeconômico da cidade.
O PIB per capita de R$ 15.500,25 coloca Andorinha em 3º lugar regional em geração de renda, refletindo melhorias na qualidade de vida e oportunidades de trabalho.
Socialmente, os desafios ainda existem. O IDEB de 2023 foi de 3,5 nos anos finais do ensino fundamental, um índice considerado baixo. Já em 2023, foram registrados 37 casamentos.
Andorinha conta atualmente com uma frota de 4.221 veículos. A taxa de mortalidade infantil não foi divulgada.
Culturalmente, Andorinha mantém viva sua identidade, com manifestações tradicionais e eventos que encantam moradores e visitantes.
Com o aniversário celebrado em 13 de junho, o município segue firme em sua trajetória de crescimento, impulsionado por sua história, riquezas naturais e o espírito resiliente de seu povo.
