Os drones ganharam espaço no agronegócio brasileiro em atividades como monitoramento de lavouras, pulverização, semeadura, adubação, estimativa de biomassa e aplicação em taxa variável.

Dados do Sistema de Aeronaves Não Tripuladas indicavam milhares de equipamentos registrados para uso agrícola no país, enquanto números de importação sugeriam uma frota ainda maior.

Entre as vantagens estão a capacidade de operar em terrenos inclinados ou de difícil acesso, reduzir o contato direto de trabalhadores com produtos fitossanitários e executar aplicações com maior precisão.

Equipamentos de maior capacidade conseguem cobrir dezenas de hectares em poucas horas, desempenho muito superior ao de pulverizadores costais em determinadas operações.

Além da produtividade, a tecnologia pode reduzir compactação do solo e perdas por amassamento das culturas.

O avanço dos drones reforça a digitalização do campo e a busca por eficiência e sustentabilidade.